Olá Pessoal! Como passaram a última semana? Esperamos que bem. :)
O nosso texto de hoje tem como objetivo fazer com que a gente reflita a respeito de como os idosos são vistos pela sociedade e sobre o nosso próprio processo de envelhecimento. Também, a discutir um pouco sobre como as crianças de hoje se preparam para suas fases adulta e da velhice.
Através de diversas conversas entre nós e com outros colegas e por aulas que já tivemos, nós discutimos e pensamos muito em como a sociedade enxerga as pessoas idosas e sobre o medo em que a maioria tem de envelhecer e de ficar velho. E, principalmente, sobre qual é a visão que as nossas crianças tem a respeito da velhice e do seu próprio processo de envelhecimento.
O nosso texto de hoje tem como objetivo fazer com que a gente reflita a respeito de como os idosos são vistos pela sociedade e sobre o nosso próprio processo de envelhecimento. Também, a discutir um pouco sobre como as crianças de hoje se preparam para suas fases adulta e da velhice.
Através de diversas conversas entre nós e com outros colegas e por aulas que já tivemos, nós discutimos e pensamos muito em como a sociedade enxerga as pessoas idosas e sobre o medo em que a maioria tem de envelhecer e de ficar velho. E, principalmente, sobre qual é a visão que as nossas crianças tem a respeito da velhice e do seu próprio processo de envelhecimento.
Por que, no nosso país, valorizamos mais as crianças do que os idosos? Na verdade, não pensamos que as crianças de hoje serão os idosos de amanhã, porque ninguém pára para pensar que um dia vai envelhecer, como desejam envelhecer ou o real significado do processo de envelhecimento. Nem nos preparamos para fazer dessa fase a melhor possível, pensamos principalmente nas dificuldades e declínios que essa fase apresenta ou, então, achamos que somente os outros envelhecem, que continuaremos a ser jovens eternamente.
Para que este cenário se transforme, é necessário que antigos valores sejam repassados para as crianças, que são replicadoras de informações dentro dos seus lares e precisam de esclarecimentos relacionados ao tema.
Para que este cenário se transforme, é necessário que antigos valores sejam repassados para as crianças, que são replicadoras de informações dentro dos seus lares e precisam de esclarecimentos relacionados ao tema.
Uma proposta é introduzir assuntos e disciplinas que abordem o envelhecimento e a velhice nas escolas para iniciar a conscientização da sociedade, desde os mais jovens, bem como a preparação dos professores.
Outra maneira de ensinar as crianças a valorizarem e a respeitarem os idosos é promover encontros intergeracionais, ou seja, encontros que ocorrem entre indivíduos pertencentes a diferentes grupos etários, não se restringindo apenas ao contexto familiar mas, também, envolvendo todo o campo social.
Visitas à Instituições de Longa Permanência já acontecem, mas, por vezes, visitar apenas esse tipo de Instituição pode construir e reforçar uma imagem negativa da velhice para as crianças, que podem generalizar que todos os velhos irão necessitar desse tipo de cuidado. A velhice é heterogênea e cada um possui necessidades individuais, ou seja, não existe um padrão.
Para promover relações intergeracionais há diversos modos, como convidar idosos da comunidade a visitarem escolas e a participarem de dinâmicas com os alunos, a compartilharem histórias de vida e, também, a levar os alunos para visitarem outras instituições, como Núcleos de Convivência, que atendem um publico de idosos mais ativos.
Além disso, informar as crianças e os jovens sobre o próprio processo de envelhecimento, a longo prazo, é muito importante, pois, pode propiciar à aquisição de hábitos mais saudáveis de vida, como alimentação saudável e prática regular de exercícios.
Além disso, informar as crianças e os jovens sobre o próprio processo de envelhecimento, a longo prazo, é muito importante, pois, pode propiciar à aquisição de hábitos mais saudáveis de vida, como alimentação saudável e prática regular de exercícios.
Segundo a Política Nacional do Idoso (lei 8.842/94) o processo de
envelhecimento diz respeito à sociedade em geral, devendo ser objeto de
conhecimento e informação para todos. Para garantir a inserção social dos
idosos, propõe, ainda, a inclusão nos currículos mínimos, nos diversos níveis
do ensino formal, conteúdos voltados para o processo de envelhecimento, de
forma a eliminar preconceitos e a produzir conhecimentos sobre o assunto. A
intergeracionalidade é prevista a partir da viabilização de formas alternativas de
participação, ocupação e convívio do idoso, que proporcionem sua integração
às demais gerações.
O Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) no art. 3 prevê o estabelecimento de
mecanismos que favoreçam a divulgação de informações de caráter educativo
sobre os aspectos biopsicosociais do envelhecimento, para isso sugere a
inclusão do tema envelhecimento nos currículos mínimos da educação formal
(art. 22). Ressalta, também, no art. 21, a importância do idoso quanto à
transmissão de conhecimentos e vivências às demais gerações, no sentido da
preservação da memória e da identidade culturais.
É previsto por lei que informações, conhecimento e preparação de profissionais a respeito de temas gerontológicos sejam abordados desde o ensino básico. É necessário mostrar que envelhecer não é sinônimo de declínio e que existem muitos pontos positivos.
Atualmente, vivemos em um mundo e em uma sociedade que cada vez mais notícias tristes e caóticas são veiculadas, o que nos faz pensar a vida como sinônimo de desgraça, tragédia ou então sofrimento. E acabamos nos esquecemos que existem coisas boas na vida, como, por exemplo, estudar, formar, namorar, casar, passar momentos e festas com os familiares e amigos, ter um emprego, ser um profissional, utilizar o conhecimento para ajudar o próximo, viajar e conhecer novas culturas, entre outros diversos valores que podemos enunciar aqui, mas que em verdade muitas vezes não pensamos, seja pela vida automatizada que levamos, seja pelo o que o ambiente nos oferece.
Envelhecer não é apenas uma preparação para a morte. É conseguir transmitir experiências de vida às gerações futuras de modo a auxiliar os mais jovens a desenvolverem suas habilidades e competências. A vida, muitas vezes, não é fácil, mas existem pessoas que cruzam nossos caminhos para nos ensinar o quanto vale à pena passar pelas dificuldades. Afinal, só temos alegrias se temos dificuldades para superar e aprender com as mesmas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostou? Deixe seu comentário ou entre em contato conosco