Olá a todos!
Como passaram a última semana? Esperamos que bem!
Vocês trabalham em uma empresa que recebe um grande número de idosos ou prestam serviços diretamente para este público? Sentem dificuldades para conversar com os mesmos e notam que eles não entendem muito bem o que querem dizer? Ou, então, possuem amigos ou familiares idosos e não sabem como se comunicar melhor com eles?
Nós podemos te ajudar!
O post de hoje está muito ligado com todos nós, com uma ferramenta que permite a nossa interação com o próximo e a nossa socialização: a comunicação. Esta é definida, principalmente, como o processo de troca de informações, podendo ser oral, escrita, visual, e/ou tátil.

Os seres humanos, assim como outros seres vivos, possuem tal capacidade para se relacionar com outros indivíduos de sua espécie e para poderem interagir com o ambiente de modo geral. Aproveitamos dessa valiosa ferramenta para divulgar informações e conhecimentos às gerações mais novas, com diferentes objetivos.
Porém, diversos problemas entre indivíduos, famílias, grupos de trabalho ou na sociedade, são frequentemente o resultado de falha na comunicação.
Tendo em vista a rápida modificação do cenário etário do país, é necessário entender alguns pontos relacionados ao processo de envelhecimento que antes nem eram pensados. Durante esse processo ocorrem diversas alterações biológicas que acabam influenciando na qualidade da emissão e recepção de informações, o que pode acarretar em uma comunicação imprecisa.
Com relação às pessoas idosas, muitas possuem dificuldades para entender informações, sejam elas verbais ou visuais, podendo ser ocasionadas pelas alterações naturais e, principalmente, pelas patologias relacionadas ao sistema sensorial, como dificuldades visuais e auditivas.
Segundo a literatura, idosos queixam-se, comumente, de dificuldade de compreensão da linguagem falada, principalmente em situações de comunicações desfavoráveis, como em ambientes ruidosos ou velocidade de fala aumentada, correspondendo a barreiras na comunicação, que interferem no processo de entendimento dos indivíduos, pois o ambiente em que estão inseridos, também influi na interação social dos idosos (Wold, 2013).
Sendo assim, é preciso ter atenção e cuidado para nos comunicarmos com os mais velhos.
É importante que a população em geral e os profissionais que lidam com a parcela idosa recebam informações e capacitação a respeito de temas que norteiam a velhice, como a comunicação. A educação para a população em geral sobre a velhice e os idosos acontece por meio de programas educacionais o que devem possibilitar à população mais jovem e aos idosos a revisão de seus conceitos sobre a velhice, seu processo de envelhecimento e as formas de lidar com esses fenômenos. Ainda é necessário muito trabalho para que mudanças e melhorias ocorram nesse sentido, enfatizando o respeito com os nossos idosos.
Como passaram a última semana? Esperamos que bem!
Vocês trabalham em uma empresa que recebe um grande número de idosos ou prestam serviços diretamente para este público? Sentem dificuldades para conversar com os mesmos e notam que eles não entendem muito bem o que querem dizer? Ou, então, possuem amigos ou familiares idosos e não sabem como se comunicar melhor com eles?
Nós podemos te ajudar!
O post de hoje está muito ligado com todos nós, com uma ferramenta que permite a nossa interação com o próximo e a nossa socialização: a comunicação. Esta é definida, principalmente, como o processo de troca de informações, podendo ser oral, escrita, visual, e/ou tátil.
Os seres humanos, assim como outros seres vivos, possuem tal capacidade para se relacionar com outros indivíduos de sua espécie e para poderem interagir com o ambiente de modo geral. Aproveitamos dessa valiosa ferramenta para divulgar informações e conhecimentos às gerações mais novas, com diferentes objetivos.
Porém, diversos problemas entre indivíduos, famílias, grupos de trabalho ou na sociedade, são frequentemente o resultado de falha na comunicação.
Tendo em vista a rápida modificação do cenário etário do país, é necessário entender alguns pontos relacionados ao processo de envelhecimento que antes nem eram pensados. Durante esse processo ocorrem diversas alterações biológicas que acabam influenciando na qualidade da emissão e recepção de informações, o que pode acarretar em uma comunicação imprecisa.
Com relação às pessoas idosas, muitas possuem dificuldades para entender informações, sejam elas verbais ou visuais, podendo ser ocasionadas pelas alterações naturais e, principalmente, pelas patologias relacionadas ao sistema sensorial, como dificuldades visuais e auditivas.
Segundo a literatura, idosos queixam-se, comumente, de dificuldade de compreensão da linguagem falada, principalmente em situações de comunicações desfavoráveis, como em ambientes ruidosos ou velocidade de fala aumentada, correspondendo a barreiras na comunicação, que interferem no processo de entendimento dos indivíduos, pois o ambiente em que estão inseridos, também influi na interação social dos idosos (Wold, 2013).
Sendo assim, é preciso ter atenção e cuidado para nos comunicarmos com os mais velhos.
É importante que a população em geral e os profissionais que lidam com a parcela idosa recebam informações e capacitação a respeito de temas que norteiam a velhice, como a comunicação. A educação para a população em geral sobre a velhice e os idosos acontece por meio de programas educacionais o que devem possibilitar à população mais jovem e aos idosos a revisão de seus conceitos sobre a velhice, seu processo de envelhecimento e as formas de lidar com esses fenômenos. Ainda é necessário muito trabalho para que mudanças e melhorias ocorram nesse sentido, enfatizando o respeito com os nossos idosos.
A formação de recursos humanos para o trabalho com os idosos diz respeito diretamente à qualidade de vida na velhice e ocorre através da capacitação técnica de profissionais e da formação de pesquisadores, que envolve seleção e fornecimento de métodos e técnicas para disseminar conhecimentos, habilidades e mudança de atitudes sobre o processo de envelhecimento, valores e o idoso.
Algumas dicas são importantes no momento de nos comunicarmos com os idosos. Algumas delas são:
- Utilizar sempre frases simples, claras e afirmativas;
- Conhecer o vocabulário utilizado pelo idoso;
- Evitar fazer discursos ou ficar falando sozinho durante muito tempo;
- Falar sem gritar, de maneira pausada e calma, sem ser muito lento;
- Ouvir o idoso com paciência, respeitando seu ritmo de resposta;
- Falar de frente de forma que o idoso possa ler seus lábios;
- Evitar comunicar-se em ambientes barulhentos;
- Respeitar o idoso com suas características pessoais;
- Valorizar a experiência do idoso;
- Ser amável, paciente e atencioso;
- Permitir que o idoso participe do diálogo e das decisões tomadas em casa;
- Evitar expressões do tipo “deve”, “não deve”, porque reflete um relacionamento autoritário;
- Evitar expressões que depersonalizam, inferiorizam e/ou infantilizem o idoso, procurando chamá-lo pelo nome;
- Ser criativo para fazer o necessário nas condições possíveis. Ou seja, ter alternativas de comunicação como utilizar figuras, gestos, palavras familiares para que ocorra a comunicação mais efetiva.
- Ter clareza e sinceridade com atitudes essenciais no relacionamento com o idoso e sua família.
Lembramos que essas dicas podem ser utilizadas em qualquer faixa etária, pois todos merecem respeito e paciência. (:
Esperamos que tenhamos sido claros nesta postagem e que vocês tenham gostado. Queremos saber a opinião de vocês!
E, nos ajudem a crescer! Divulguem nas suas redes sociais e para os seus amigos.
Qualquer dúvida podem nos escrever, seja aqui nos comentários ou por e-mail.
Obrigado e abraços!
Referências
CALAIS, et al. Queixas e preocupações otológicas e as dificuldades de comunicação
de indivíduos idosos. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2008;13(1):12-9. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/rsbf/v13n1/05.pdf Acesso em 05 de Novembro de 2015.
FECHINE, B.R.A.; TROMPIERI, N. O processo de envelhecimento: as principais
alterações que acontecem com o idoso com o passar dos anos. InterSciencePlace, v.
1, n. 20, pp. 106-132, 2012. Disponível em:
http://ucbweb2.castelobranco.br/webcaf/arquivos/15482/10910/envelhecimento.pdf.
Acesso em: 12 de outubro de 2015.
WOLD, G.H. Enfermagem Gerontológica. Rio de Janeiro. Elsevier, pp. 88-101, 2013.
Algumas dicas são importantes no momento de nos comunicarmos com os idosos. Algumas delas são:
- Utilizar sempre frases simples, claras e afirmativas;
- Conhecer o vocabulário utilizado pelo idoso;
- Evitar fazer discursos ou ficar falando sozinho durante muito tempo;
- Falar sem gritar, de maneira pausada e calma, sem ser muito lento;
- Ouvir o idoso com paciência, respeitando seu ritmo de resposta;
- Falar de frente de forma que o idoso possa ler seus lábios;
- Evitar comunicar-se em ambientes barulhentos;
- Respeitar o idoso com suas características pessoais;
- Valorizar a experiência do idoso;
- Ser amável, paciente e atencioso;
- Permitir que o idoso participe do diálogo e das decisões tomadas em casa;
- Evitar expressões do tipo “deve”, “não deve”, porque reflete um relacionamento autoritário;
- Evitar expressões que depersonalizam, inferiorizam e/ou infantilizem o idoso, procurando chamá-lo pelo nome;
- Ser criativo para fazer o necessário nas condições possíveis. Ou seja, ter alternativas de comunicação como utilizar figuras, gestos, palavras familiares para que ocorra a comunicação mais efetiva.
- Ter clareza e sinceridade com atitudes essenciais no relacionamento com o idoso e sua família.
Lembramos que essas dicas podem ser utilizadas em qualquer faixa etária, pois todos merecem respeito e paciência. (:
Esperamos que tenhamos sido claros nesta postagem e que vocês tenham gostado. Queremos saber a opinião de vocês!
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Referências
CALAIS, et al. Queixas e preocupações otológicas e as dificuldades de comunicação
de indivíduos idosos. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2008;13(1):12-9. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/rsbf/v13n1/05.pdf Acesso em 05 de Novembro de 2015.
FECHINE, B.R.A.; TROMPIERI, N. O processo de envelhecimento: as principais
alterações que acontecem com o idoso com o passar dos anos. InterSciencePlace, v.
1, n. 20, pp. 106-132, 2012. Disponível em:
http://ucbweb2.castelobranco.br/webcaf/arquivos/15482/10910/envelhecimento.pdf.
Acesso em: 12 de outubro de 2015.
WOLD, G.H. Enfermagem Gerontológica. Rio de Janeiro. Elsevier, pp. 88-101, 2013.
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