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Primeiramente gostaríamos de agradecer a todos que vem nos acompanhando por aqui. Cada comentário e cada sugestão são muito valiosas para nós. Então, o nosso muito obrigado a todos! Continuem nos seguindo, comentando e compartilhando para que cresçamos juntos.
E, também, pedimos desculpas pela demora em postar. Estamos construindo o Blog aos poucos e prometemos melhorar nesse aspecto.
Como hoje é o Dia Internacional da Mulher, não podemos deixar de falar de um tema bastante cotidiano e recorrente em nossa sociedade: a Feminização da Velhice. Nunca ouviram falar nesse termo? Então continuem lendo que vocês irão entender. ;)
Com o envelhecimento populacional o número de mulheres que tem atingido idade igual ou superior à 60 anos é muito maior do que de homens, podendo viver entre 5 a 7 anos a mais do que eles. No mundo, existem aproximadamente 302 milhões de mulheres, enquanto que de homens existem aproximadamente 247 milhões. Estima-se que em 2020, dois terços da população de idosos daquele ano seja composta por mulheres com 80 anos ou mais.
Esses dados retratam uma predominância da população feminina acima dos 60 anos, o que representa o fenômeno chamado Feminização da Velhice. Mas por que as mulheres envelhecem mais do que os homens?
Uma possível explicação seria o fato das mulheres aderirem mais às ações preventivas e de promoção à saúde do que a população masculina e, também, por acompanharem os serviços de saúde, possibilitando uma manutenção efetiva da qualidade de vida dessa população.
As mulheres mostraram para o que vieram, com a emancipação no mercado de trabalho e com a dupla jornada, elas aumentaram seu poder de autonomia, sendo que, muitas vezes, elas comandam a casa, as finanças, o cuidado com os filhos...Tirando da mão dos homens aquela responsabilidade e sensação de Chefes de Família, fazendo com que eles passassem a ser "Donos de Casa". Ou seja, é cada vez mais aceito o fato de que as mulheres podem fazer o que bem quiserem, assim como os homens, que podem cozinhar ou cuidar da casa, se assim desejarem.
A expressão: "Em uma mulher não se bate nem com uma flor." mostra a real essência da docilidade feminina, que no fundo guardam um espírito de lutas e conquistas. A discussão do "Sexo frágil" tem sido cada vez menos atribuída à população feminina, havendo muitas vezes uma troca de papéis sociais. Ao conversar com idosas nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI's) nos estágios, foi possível perceber o quanto as idosas que estavam ali haviam lutado nas suas vidas, seja para constituir famílias, para terem aceitação profissional, ou por terem sofrido com preconceitos machistas, e muitas vezes, violência por parte dos maridos, dos filhos ou da sociedade em que viviam antigamente.
A mensagem que queremos deixar é a de respeito. Respeito pelas mulheres e pelas mulheres mais velhas que contribuíram, cada uma de sua maneira, a conquistar espaços e a transformar a nossa sociedade. O respeito deve estar presente entre todos nós, sejamos homens, mulheres, jovens ou velhos, certo?
Assim, queremos desejar à todas as mulheres, de todas as fases, sejam elas: crianças, jovens, adultas, ou idosas um FELIZ DIA DA MULHER! Cheio de realizações e conquistas. Os desafios ainda são muitos, mas com a garra e determinação de vocês nada é tão difícil.
Esperamos que vocês tenham gostado. E queremos saber a opinião de vocês!
Ajudem-nos a crescer! Divulguem nas suas redes sociais e para os seus amigos.
Obrigado e abraços!
Qualquer dúvida ou sugestão de temas podem nos escrever, seja aqui nos comentários ou por e-mail.
Referências
NICODEMO, D.; GODOI, M. P. Juventude dos anos 60-70 e envelhecimento: estudo de casos sobre feminização e direitos de mulheres idosas. Rev. Ciênc. Ext. v.6, n.1, p.40, 2010.
Esses dados retratam uma predominância da população feminina acima dos 60 anos, o que representa o fenômeno chamado Feminização da Velhice. Mas por que as mulheres envelhecem mais do que os homens?
Uma possível explicação seria o fato das mulheres aderirem mais às ações preventivas e de promoção à saúde do que a população masculina e, também, por acompanharem os serviços de saúde, possibilitando uma manutenção efetiva da qualidade de vida dessa população.
As mulheres mostraram para o que vieram, com a emancipação no mercado de trabalho e com a dupla jornada, elas aumentaram seu poder de autonomia, sendo que, muitas vezes, elas comandam a casa, as finanças, o cuidado com os filhos...Tirando da mão dos homens aquela responsabilidade e sensação de Chefes de Família, fazendo com que eles passassem a ser "Donos de Casa". Ou seja, é cada vez mais aceito o fato de que as mulheres podem fazer o que bem quiserem, assim como os homens, que podem cozinhar ou cuidar da casa, se assim desejarem.
A expressão: "Em uma mulher não se bate nem com uma flor." mostra a real essência da docilidade feminina, que no fundo guardam um espírito de lutas e conquistas. A discussão do "Sexo frágil" tem sido cada vez menos atribuída à população feminina, havendo muitas vezes uma troca de papéis sociais. Ao conversar com idosas nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI's) nos estágios, foi possível perceber o quanto as idosas que estavam ali haviam lutado nas suas vidas, seja para constituir famílias, para terem aceitação profissional, ou por terem sofrido com preconceitos machistas, e muitas vezes, violência por parte dos maridos, dos filhos ou da sociedade em que viviam antigamente.
A mensagem que queremos deixar é a de respeito. Respeito pelas mulheres e pelas mulheres mais velhas que contribuíram, cada uma de sua maneira, a conquistar espaços e a transformar a nossa sociedade. O respeito deve estar presente entre todos nós, sejamos homens, mulheres, jovens ou velhos, certo?
Assim, queremos desejar à todas as mulheres, de todas as fases, sejam elas: crianças, jovens, adultas, ou idosas um FELIZ DIA DA MULHER! Cheio de realizações e conquistas. Os desafios ainda são muitos, mas com a garra e determinação de vocês nada é tão difícil.
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Referências
NICODEMO, D.; GODOI, M. P. Juventude dos anos 60-70 e envelhecimento: estudo de casos sobre feminização e direitos de mulheres idosas. Rev. Ciênc. Ext. v.6, n.1, p.40, 2010.

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