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Hoje iremos falar de uma área de atuação do gerontólogo que poucas pessoas conhecem. A atenção secundária, também conhecida como atenção intermediária ou de média complexidade, que compreende equipamentos como: ambulatórios, consultórios, clínicas-dia, centros-dia, centros de referência dos idosos (CRI), entre outros que buscam fornecer atendimento específico à idosos, em um período de tempo pré-determinado.
Uma questão que frequentemente somos abordados é: qual a finalidade desses equipamentos? Bem, os CRIs, são equipamentos que buscam trabalhar com a prevenção e promoção à saúde dos idosos, podendo estarem associados ou não equipewbulatórios e até mesmo hospitais.
Atualmente existem dois CRIs na cidade de São Paulo. Um fica na Zona Norte, chamado de CRI Norte, localizado na Rua Voluntários da Pátria, 4301 - Santana, São Paulo (o site deles colocarei ao final para quem tiver interesse) utilizando o mesmo terreno do Hospital Mandaqui. Esse Centro é referência na cidade, pela qualidade de seu atendimento e dos diversos eventos que realizam, campanhas entre outros serviços, como um acompanhamento psiquiátrico para idosos, oficinas de memória e informática, teatro, entre diversas atividades.
Outro Centro de Referência fica na zona Leste da cidade, em São Miguel Paulista. Antigo CRI Leste, este possui um nome exótico rs (mais longo!), sendo ele o Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia "José Ermírio de Moraes", localizado na Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 34 (Praça do Forró). Além de possuir atividades como oficinas de música para idosos, possui uma ampla diversidade de atendimentos coletivos e individuais, entre eles o de prevenção à fragilidade, que durante muitos anos foi palco do desenvolvimento do curso de Gerontologia da EACH-USP, sendo um dos principais locais de estágio.
Vocês devem estar se perguntando, "como o gerontólogo pode atuar em atendimentos de média complexidade, se vocês vivem dizendo que o gerontólogo não é uma área ligada à medicina?" Pois é, realmente não é uma área relacionada às ciências da saúde. O gerontólogo não pode prescrever medicamentos, nem realizar exames, mas o que ainda é muito discutido na área, é o fato do gerontólogo apresentar conhecimentos de anamnese, ou seja, ele não pode diagnosticar, mas ele tem conhecimento suficiente para entender e acompanhar o desenvolvimento do quadro de saúde dos idosos. Muito dificilmente você verá um profissional de graduação em Gerontologia manuseando uma agulha, ou pulsionando uma veia; mas nada impede que você se especialize em áreas que permitam esse tipo de atuação.
Além disso, o gerontólogo pode desenvolver projetos e programas com foco na prevenção e promoção a saúde e com temas específicos para esclarecer dúvidas da população.
No âmbito social, o gerontólogo pode atuar em Centros de Acolhida e Centros-Dia. Esses equipamentos, principalmente os Centros-Dia, possuem uma característica híbrida, eles podem ter tanto atuações da área da saúde, quanto do aspecto social simultaneamente. Geralmente os profissionais que trabalham em equipamentos desse tipo participam ativamente da gestão local e de equipes, quanto do acompanhamento e encaminhamento de demandas, sejam elas vindas dos usuários, quanto de seus familiares, que possuem dificuldades no cuidado dos idosos.
Mais uma vez, percebe-se como a atuação do gerontólogo pode ser ampla e flexível, sempre com o objetivo de auxiliar a equipe a prestar um bom atendimento ao idoso, visando na melhora de sua qualidade de vida e na otimozação dos serviços.
Esperamos que tenham gostado.
Não esqueçam de comentar e compartilhar.
Abraços!
Contatos:
CRI Norte
Site: http://www.crinorte.org.br/
IPGG "José Ermírio de Moraes"
E-mail: ipgg-comunicacao@saude.sp.gov.br
Telefones: (11) 2030-4000
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